Sempre disse a professora Adriana que realiza os encontros para o curso de pintura em madeira, que deveríamos fotografar os produtos criados por ela, para colocarmos na internet, mas nem sempre deu tempo antes de vendê-los :>), muito rápido.
Mas felizmente da última vez, estava com a câmera a mão para registrar o lindo trabalho produzido e também para compartilhar aqui no Blog com o pessoal que acompanha os posts.
Bom, muita falação… vamos aos trabalhos.
Aparadores de porta de madeira
Bandeja giratória
Bandeja para pão de forma
Caderno de recordações
Caderno de receitas
Existem outros que já estão prontos, vou postando aos poucos!
Sempre é um prazer multiplicar conhecimento e ver a satisfação dos alunos após um curso como o de fotografia.
Nos dias atuais, um sem número de pessoas possuem câmeras digitais e por conta disto, toda vez que a utilizam, tiram uma quantidade enorme de fotos, o que depois demanda um tempo razoável para separar as melhores :>).
Logo após um curso de fotografia, fica evidente a necessidade de maior atenção aos detalhes que compõem uma boa fotografia, detalhes técnicos, tais como enquadramento, foco, profundidade de campo, balanço de branco etc e também detalhes artísticos, como é o caso da composição, que demanda estudo e também dedicação para buscar os arquétipos diários ou até mesmo um motivo que tenha a ver com o tema a ser fotografado.
De posse dos conhecimentos e técnicas comentadas acima, o aluno passa a dedicar-se mais à qualidade de cada foto e naturalmente há uma redução na quantidade das mesmas e a multiplicação do prazer de visualisar o trabalho depois de pronto.
Este mês, mais uma turma que trilhou este caminho, hoje entende que fotografar é mais que um hobby, pode ser arte e com certeza também uma super profissão.
Alunos da turma de Novembro na última aula do curso de fotografia.
A aluna Mariana com seu Certificado de conclusão do curso o professor Paulo ao seu lado.
A aluna Maria do Carmo com seu Certificado de conclusão do curso o professor Paulo ao seu lado.
O aluno Alexandre com seu Certificado de conclusão do curso o professor Paulo ao seu lado.
O aluno Airton com seu Certificado de conclusão do curso o professor Paulo ao seu lado.
A turma toda reunida, como sempre, a quantide de alunos por turma é importante para que todos possam se beneficiar com a interação com o professor.
Muitos já viram nas fotos da escola um espelho dágua no corredor que dá acesso as salas de aulas e já se perguntaram o que há lá??? Pois bem, sendo amante da aquariofilia, quando da aquisição do imóvel para a criação da escola, disse a Adriana (minha esposa), poxa poderíamos criar carpas japonesas (oficialmente Nishikigois) que tem tudo a ver com a proposta do espaço, muita harmonia e um ambiente legal. Depois de muitas mudanças e experiências, conseguimos estabilizar o espelho dágua, pois minha experiência era somente com aquários de água doce ou salgada, havendo uma distância enorme para lagos ou espelhos dágua. Precisei aprender ainda mais… que pena hein! :>)
Depois de vários meses, fomos às compras! Adquirir os exemplares. Eu havia participado no final do ano passado de uma exposição e workshop promovido pelo Polipet de São José dos Campos onde trouxeram o pessoal da Piraporanga, criadores deste tipo de peixe ornamental.
Abaixo algumas fotos do local e dos exemplares adquiridos.
Eles tratam os peixes com maior carinho, vale a pena conferir.
Mais adiante postarei fotos deles já no espelho dágua da escola, eles ainda estão muito arredios, sempre se escondendo em baixo das pontes que existem no corredor.
Para tirar as fotos usei uma Nikon D80, lente 18-135mm com filtro polarizador para evitar os reflexos da água.
Depois de muito ensaiar sua inauguração (como todo curso novo a quantidade de detalhes e acertos é grande), a primeira turma do Curso de Fotografia básico concluiu no último mês os 8 encontros programados na ementa, firmando então mais um curso na agenda da escola, que busca sempre trazer a região do Vale do Paraíba ferramentas para insentivar a cultura e a criatividade.
Algumas fotos tiradas pelos alunos durante o curso.
Parque da cidade em São José dos Campos durante a aula em campo.
Uma foto da cachorra Anita, destraída como sempre…
Pôr-do-sol em Jacareí, acredite!!! é nossa querida cidade.
Foram bons momentos, de muita descontração e também de muito estudo.
Vamos em frente que a terceira turma já está tendo aulas!
Pesquisadores da USP lançaram o projeto Nanoarte, uma iniciativa que documenta nanopartículas e nanoestruturas em vídeos e fotos, mostrando ao público as formações com dimensões nanométricas construídas a partir de materiais cerâmicos.
“A ideia é popularizar o que chamamos de nanomundo dos materiais e estimular a curiosidade científica por meio de belas imagens obtidas em microscópio eletrônico de altíssima resolução”, descreve o professor Antonio Carlos Hernandes, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP.
DVDs, vídeos no Youtube e fotos
O projeto está disponibilizando quatro vídeos no site Youtube, cada um com uma duração média de dois minutos. Os vídeos resultam de uma edição feita de três DVDs produzidos pelo projeto.
“Cada um dos DVDs possui três vídeos de cinco minutos”, conta Hernandes. Atualmente, os vídeos são exibidos a alunos do ensino público fundamental e médio que visitam o IFSC. “Além de terem acesso às fotos e vídeos, posteriormente enviamos a eles os links”, conta o professor. Além disso, ele lembra que os DVDs também são enviados às unidades escolares da região.
As exposições de fotos começaram no ano passado. Em alguns centros culturais da região, os pesquisadores expuseram as fotos em reproduções com tamanho de 40 centímetros (cm) por 50 cm. “Durante as exposições, um pesquisador atua como monitor, explicando os princípios da nanotecnologia”, conta Hernandes.
O primeiro vídeo foi produzido em agosto de 2008. Segundo o professor Hernandes, ainda não há no projeto um objetivo didático, mas as produções mostram essa possibilidade.
Ciência com trilha sonora
As imagens são obtidas, inicialmente em preto e branco, com a utilização de um microscópio de altíssima resolução – com aumentos de 50 a 60 mil vezes. Aos poucos elas são catalogadas e selecionadas. Depois são coloridas em um programa específico de computador e, posteriormente, é definida a trilha sonora. “É um trabalho artístico em equipe e o resultado final é prazeroso e motivador”, descreve Hernandes.
As fotos são obtidas de alguns óxidos produzidos na forma de pó, com dimensões nanométricas. “Esses materiais são usados em nossas pesquisas na fabricação de sensores e em dispositivos para a geração de luz branca”, descreve o professor.
Os pesquisadores selecionam as fotos que tenham alguma associação com imagens comuns do cotidiano para serem produzidas. A arte e a animação dos vídeos, bem como a inserção de cores e da trilha sonora, são feitas pelo técnico em microscopia eletrônica, Rorivaldo de Camargo, e pelo mestrando Ricardo L.Tranquilin, ambos do CMDMC (Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Cerâmicos).
Institutos de nanotecnologia
A iniciativa do projeto Nanoarte foi do professor Elson Longo, do Instituto de Química da Unesp.
O CMDMC e o INCTMN (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Materiais em Nanotecnologia) são formados por grupos de pesquisadores da UNESP/Araraquara, UFSCar, USP e IPEN. As duas entidades estão sediadas no Instituto de Química da UNESP de Araraquara.
Os DVDs do projeto Nanoarte estão disponíveis aos interessados e podem ser adquiridos gratuitamente. Os pedidos devem ser feitos pelos e-mails do professor Hernandes (hernandes@ifsc.usp.br) e Elson Longo (elson@iq.unesp.br).
SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Projeto Nanoarte transforma a nanotecnologia em arte. 03/11/2009. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=projeto-nanoarte-transforma-nanotecnologia-arte. Capturado em 04/11/2009.
Um momento de descontração em que os norte-americanos utilizaram as cédulas de dinheiro para divulgar sua arte ou indagações… ?!
Deixo o comentário que o papel moeda é importante para qualquer mercado e todas as economias e talvez outras mídias sejam melhores para a expressão da arte, digo talvez, pois qual é a mídia correta para a arte?
Nada menos do que justo o governo apoiar a arte em nosso país, não obstante que a única diferença entre países de primeiro mundo (e acho que isso não exista, mas é o termo utilizado por nossa amada língua) e um outro de terceiro mundo seja a educação de um povo.
Palmas para o ministro da Cultura, Juca Ferreira, por incentivar e facilitar a saída oficial de nossa produção cultural e artística para o mundo!
Acredito que com isto, muito em breve, talvez daqui alguns anos poderemos ter estatísticas deste mercado que mostra crescimento nos últimos anos, vide iniciativa de nosso ministro, pois hoje os dados são muito poucos e com isso uma evidência clara que poderíamos estar influenciando mais não só nosso povo com a cultura tão necessária para o desenvolvimento, mas também o mundo com a criatividade e irreverência do artísta brasileiro.
Abraços e segue a reportagem na integra.
Marcos
31 de agosto de 2009
Brasil Arte Contemporânea
Programa irá fomentar o desenvolvimento das artes plásticas e visuais brasileiras no mercado internacional
Foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 31 de agosto, a Portaria nº 61, assinada pelo ministro da Cultura, Juca Ferreira, criando o Programa Brasil Arte Contemporânea, destinado ao fortalecimento das artes plásticas e visuais brasileiras no mercado internacional. Entre as ações a serem desenvolvidas no âmbito do novo Programa, constam o estímulo às exportações setoriais e à divulgação, nas novas mídias, das obras de artes nacionais. A iniciativa se insere dentro das ações de desenvolvimento da Economia da Cultura, por meio da valorização do mercado interno e da conquista de um espaço no mercado internacional.
Cursos de aperfeiçoamento profissional e estímulo à criação de novas redes comerciais no mercado das artes também fazem parte das estratégias de apoio ao Programa. Serão estimuladas parcerias que ampliem a inserção das artes plásticas e visuais no mercado internacional, bem como a formação de base de dados que viabilize a realização de projetos de promoção cultural e econômica neste segmento. Uma das estratégias previstas para a consolidação do mercado interno das artes visuais é o apoio às galerias de obras de artes e instituições colecionadoras, a fim de que se disseminem por todo o país.
O Programa será coordenado pela Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura (SPC/MinC) e executado pelo Comitê Brasileiro de Internacionalização e Economia da Arte Contemporânea (CBIEAC), também criado pela mesma Portaria. A implementação se dará com recursos do Orçamento da União e das instituições parceiras. Os convênios de execução do Programa serão firmados com outras instituições públicas federais, estaduais e municipais, bem como entidades de direito público e privado, e a escolha dos projetos a serem realizados será feita, preferencialmente, por seleção pública.
O CBIEAC será composto por representantes do Ministério da Cultura – Secretaria de Políticas Culturais, Diretoria de Relações Internacionais, Fundação Nacional de Artes e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional -, do Departamento Cultural do Ministério das Relações Exteriores, da Fundação Bienal de São Paulo, da Fundação Bienal do Mercosul, das instituições colecionadoras de arte contemporânea e das galerias comerciais de arte contemporânea.
Foi um imenso prazer que durante os dias 17, 18 e 19 de Outubro de 2008 pudemos receber nosso amigo xilogravador André de Miranda na Omni Arte.
Nos dias 18 e 19 tivemos o prazer de acompanhar sua oficina de xilogravura nas dependências da Omni Arte.
Algumas fotos do evento.
No dia 17 executou sua palestra na UNIVAP, Campus Aquarius em São José dos Campos com o tema de “Gravura, por que gravura?”. Onde demonstrou a história da gravação e os ícones que fizeram escolas nesta nobre arte, também descorreu sobre sua experiência na busca incansável de manter a Xilogravura viva, pulsante em todo o Brasil.
Falar sobre o André é limitar a perfeição a que ele se dedica, um profissional incomparável em sua arte que teve escola com os mestres da gravação, sua arte está presente nos principais museus do Brasil e do exterior.
O Centro Técnico Templo da Arte irá iniciar o curso de pós-graduação, Latu Senso de Especialização em Preservação e Análise de Obras de Arte no próximo final de semana, dia 29 e 30 de Agosto, com carga horária de 680h.
Mais uma vez a Escola Omni Arte sai na frente e inscreve-se no curso para trazer no futuro mais este importante serviço ao Vale do Paraíba.
Para os que não puderam ler a matéria da Revista Exame sobre o assunto segue um resumo e minha análise sobre o tema.
A reportagem de Renata Agostini com o título de Tudo sobre arte descreve a atuação de Guilherme Magalhães Pinto Gonçalves, herdeiro dos fundadores do extinto banco Nacional e Marcelo Rocha que é professor da História da Arte em atividades de sua empresa Nau Consultoria de Arte.
Magalhães Pinto cansou de auxiliar amigos na compra de obras de arte sem receber nada em troca. Hoje através de sua empresa dizem estar surpresos com a aceitação do novo serviço que flui através de visitas acompanhadas dos futuros compradores à museus do mundo inteiro e indicação de melhores investimentos no artigo, baseados em suas experiências e dados compartilhados pelo mercado de artes, tais como quantidades de quadros pintados durante um ano, participações do artista em eventos de reconhecimento internacional, etc.
Claramente este tipo de serviço é prestado para cifras altas, porém é muito conveniente enteder que nos últimos 4 anos o mercado de artes tem crescido enormemente, acompanhado de perto por exemplo por revistas como a citada neste artigo que sabemos não é o foco principal e sim os movimentos políticos e industriais do mundo. O mercado de arte vem crescendo? Acredito que com o nascimento de prestações de serviços a um nicho tão dedicado só poderia nascer de um mercado igualmente largo e rentável. Também entendemos que a crise afetou todos os setores e a arte não seria diferente, uma das maiores empresas em prestações de leilões de arte no mundo a Sotheby’s declarou em seu último relatório financeiro “For the quarter ended June 30, 2009, the Company reported operating revenues of $167.3 million, a $152.8 million, or 48%, decrease from the prior period. This decrease is primarily due to a 66% decline in net auction sales attributable to the downturn in the global economy and international art market.” Suas ações no mercado chegaram ao pior patamar no final de Fevereiro deste ano, quotada a US$6,77 e hoje já batendo a casa dos US$17,5, um aumento de mais de 150%.